1. Escalada e rapel
É uma atividade que varia de intensidade e pode ser realizada indoor e outdoor, sempre com um acompanhamento profissional.
Ao contrário da escalada, o rapel é a descida de um paredão vertical com a ajuda de uma corda dupla, normalmente passada entre as pernas e sobre o ombro. Atualmente, a procura por essa prática aumentou, já que ela proporciona um maior controle da ansiedade, além de aprimorar a concentração e coordenação motora, tonificando os músculos e reduzindo o estresse.
2. Rafting
É um esporte praticado em grupo, mas a quantidade de pessoas varia de acordo com o tamanho do bote e a força da água.
O rafting aumenta o condicionamento físico, além de reduzir o estresse e desenvolver habilidades de trabalho em equipe e liderança em um ambiente diferenciado.
3. Salto de paraquedas
Para sua realização é preciso um avião especializado, o que torna a modalidade mais cara.
Além disso, é preciso do auxílio direto de um instrutor para garantir a segurança. Em contrapartida, para aqueles que se aventuram nas grandes alturas, o salto possibilita um grande alívio do estresse, além de ser um excelente mecanismo de enfrentamento contra o medo por meio do contato com a natureza.
g2h
level
quinta-feira, 18 de junho de 2020
quarta-feira, 29 de abril de 2020
Surfing
1- Analisar as diferentes quedas no surf
Saber identificar os riscos irá ajudá-lo a ter os reflexos certos em uma situação crítica.
2 – Como prever a queda?
Vai perceber rapidamente: a análise certa das ondas de um spot é muito importante antes de se lançar. Calma: os erros permitem-nos aprender e progredir!
3 – Como cair em segurança?
O mergulho à superfície : numa onda com pouca profundidade, mergulhe na horizontal mas com a cabeça primeiro para não ir direto ao fundo!
O mergulho em profundidade : numa onda imponente e potente, mergulhe em profundidade para escapar à força da onda e evitar ser muito sacudido ;
O salto plano na espuma : num fundo rochoso ou com corais, caia de forma plana e não puxe com os pés para subir à superfície caso toque no fundo.
4 – Ter bons reflexos durante um wipeout
Proteja-a sua cabeça com as mãos em caso de queda ;
Se não se sente muito seguro e para evitar que a prancha não colida com outros surfistas (esperando que façam o mesmo!) tente encontrar uma zona livre para se lançar!
Mergulhe, depois nade por baixo d´água até que a espuma tenha passado ;
Não entre em pânico debaixo d´água, mesmo que esteja desorientado por causa de uma “máquina de lavar”! Mantenha a calma e pense em coisas agradáveis (as últimas férias, o cheiro do seu bolo favorito enquanto coze, etc) para manter o fôlego ;
Mantenha os olhos abertos para ver melhor. Terá uma melhor perceção do fundo, a superfície ou a sua prancha;
Puxe o seu leash e/ou procure a luz para voltar à superfície de forma tranquila.
5 – Conselhos para evitar as quedas
Sair da onda quando perceber que se vai fechar. Mantenha-se deitado na parte de trás da prancha mantendo a parte da frente fora d´água. Vai pegar a espuma e deslizar até sair da zona de impacto ;
Observar bem o spot e a formação das ondas antes de entrar na água ;
Não surfar em ondas muito grandes para o seu nível de prática;
Sair da água quando se sente cansado;
Manter-se concentrado e hidratar-se para evitar lesões.
6 – Treine apnéia
Percebe quão importante é conhecer bem o “pico” em que vai surfar. O conhecimento da profundidade que existe sob os seus pés ou do fundo marinho ajuda a cair melhor sem se lesionar.
7 – Pratique surf em segurança!
Felizmente, a maioria dos acidentes são leves mas os graves afetam maioritariamente a cabeça do surfista. Na água, quando batemos com a cabeça e desmaiamos, o risco é de afogamento. Mesmo não protegendo contra todos os traumatismos, é realmente importante usar um capacete para surfar com total segurança.
Saber identificar os riscos irá ajudá-lo a ter os reflexos certos em uma situação crítica.
2 – Como prever a queda?
Vai perceber rapidamente: a análise certa das ondas de um spot é muito importante antes de se lançar. Calma: os erros permitem-nos aprender e progredir!
3 – Como cair em segurança?
O mergulho à superfície : numa onda com pouca profundidade, mergulhe na horizontal mas com a cabeça primeiro para não ir direto ao fundo!
O mergulho em profundidade : numa onda imponente e potente, mergulhe em profundidade para escapar à força da onda e evitar ser muito sacudido ;
O salto plano na espuma : num fundo rochoso ou com corais, caia de forma plana e não puxe com os pés para subir à superfície caso toque no fundo.
4 – Ter bons reflexos durante um wipeout
Proteja-a sua cabeça com as mãos em caso de queda ;
Se não se sente muito seguro e para evitar que a prancha não colida com outros surfistas (esperando que façam o mesmo!) tente encontrar uma zona livre para se lançar!
Mergulhe, depois nade por baixo d´água até que a espuma tenha passado ;
Não entre em pânico debaixo d´água, mesmo que esteja desorientado por causa de uma “máquina de lavar”! Mantenha a calma e pense em coisas agradáveis (as últimas férias, o cheiro do seu bolo favorito enquanto coze, etc) para manter o fôlego ;
Mantenha os olhos abertos para ver melhor. Terá uma melhor perceção do fundo, a superfície ou a sua prancha;
Puxe o seu leash e/ou procure a luz para voltar à superfície de forma tranquila.
5 – Conselhos para evitar as quedas
Sair da onda quando perceber que se vai fechar. Mantenha-se deitado na parte de trás da prancha mantendo a parte da frente fora d´água. Vai pegar a espuma e deslizar até sair da zona de impacto ;
Observar bem o spot e a formação das ondas antes de entrar na água ;
Não surfar em ondas muito grandes para o seu nível de prática;
Sair da água quando se sente cansado;
Manter-se concentrado e hidratar-se para evitar lesões.
6 – Treine apnéia
Percebe quão importante é conhecer bem o “pico” em que vai surfar. O conhecimento da profundidade que existe sob os seus pés ou do fundo marinho ajuda a cair melhor sem se lesionar.
7 – Pratique surf em segurança!
Felizmente, a maioria dos acidentes são leves mas os graves afetam maioritariamente a cabeça do surfista. Na água, quando batemos com a cabeça e desmaiamos, o risco é de afogamento. Mesmo não protegendo contra todos os traumatismos, é realmente importante usar um capacete para surfar com total segurança.
domingo, 20 de outubro de 2019
Esqui estilo livre -modalidade
Esqui estilo livre a modalidade é conhecida desde inicio de 1930.
Provas Aerials e Moguls
Saiba que o primeiro Campeonato Mundial foi disputado somente em 1986.
O esqui estilo livre estreou em Jogos Olímpicos de Inverno em Albertville, na França, em 1992, com a prova de moguls. Nos Jogos de Lillehammer, na Noruega, em 1994, estreou também a prova de aerials.
Os moguls são sulcos formados na neve pelos esquiadores em mudanças de direção. Nessa prova, uma
pista com inclinação íngreme é preparada com o objetivo de formar moguls. A descida deve ser feita
no menor tempo possível, usando a técnica correta e fazendo duas manobras acrobáticas. Uma pontuação
é conferida a cada atleta, de acordo com sua técnica, suas manobras aéreas e sua velocidade.
Na prova de aerials, os atletas precisam executar dois saltos acrobáticos, pelos quais recebem notas,
o percurso tem entre cinco a sete pequenas "rampas" de neve.
Provas Aerials e Moguls
Saiba que o primeiro Campeonato Mundial foi disputado somente em 1986.
O esqui estilo livre estreou em Jogos Olímpicos de Inverno em Albertville, na França, em 1992, com a prova de moguls. Nos Jogos de Lillehammer, na Noruega, em 1994, estreou também a prova de aerials.
Os moguls são sulcos formados na neve pelos esquiadores em mudanças de direção. Nessa prova, uma
pista com inclinação íngreme é preparada com o objetivo de formar moguls. A descida deve ser feita
no menor tempo possível, usando a técnica correta e fazendo duas manobras acrobáticas. Uma pontuação
é conferida a cada atleta, de acordo com sua técnica, suas manobras aéreas e sua velocidade.
Na prova de aerials, os atletas precisam executar dois saltos acrobáticos, pelos quais recebem notas,
o percurso tem entre cinco a sete pequenas "rampas" de neve.
sábado, 18 de agosto de 2018
Wing Walking traz
Wing Walking traz um dos esportes mais perigosos do mundo só para ter uma ideia 5 morrem a cada mil apresentações.
Mover-se sobre as asas de um avião durante o voo.
Mover-se sobre as asas de um avião durante o voo.
sábado, 4 de março de 2017
O Mergulho
O Mergulho pratica bastante antiga que certamente você vai sentir um enorme prazer de conhecer o mundo desconhecido fundo do mar.
Vá com cuidado é considerado um esporte radical com muitos riscos.
A prática de submergir, ou utilizando um aparato de respiração ou segurando a sua respiração,
denominada mergulho livre.
Hoje em dia muitas roupas de mergulho atmosféricas podem ser utilizadas para isolar o mergulhador
dos efeitos do ambiente de alta pressão.
As atividades de mergulho restringem-se a profundidades relativamente rasas, devido aos efeitos da pressão nas áreas mais profundas.
O mergulho de recreação é uma atividade popular conhecido por mergulho esportivo.
Mergulho técnico é uma forma de mergulho recreativo que amplia o alcance em profundidade.
Mergulho profissional (mergulho comercial, mergulho científico entre outros).
O mergulho também sustenta a cobiça de caçadores de riquezas submarinas, naturais ou de naufrágios.
Muitas empresas contratam equipes de mergulhadores, sejam elas mineradoras, petroleiras ou até mesma de construção cível.
Vá com cuidado é considerado um esporte radical com muitos riscos.
A prática de submergir, ou utilizando um aparato de respiração ou segurando a sua respiração,
denominada mergulho livre.
Hoje em dia muitas roupas de mergulho atmosféricas podem ser utilizadas para isolar o mergulhador
dos efeitos do ambiente de alta pressão.
As atividades de mergulho restringem-se a profundidades relativamente rasas, devido aos efeitos da pressão nas áreas mais profundas.
O mergulho de recreação é uma atividade popular conhecido por mergulho esportivo.
Mergulho técnico é uma forma de mergulho recreativo que amplia o alcance em profundidade.
Mergulho profissional (mergulho comercial, mergulho científico entre outros).
O mergulho também sustenta a cobiça de caçadores de riquezas submarinas, naturais ou de naufrágios.
Muitas empresas contratam equipes de mergulhadores, sejam elas mineradoras, petroleiras ou até mesma de construção cível.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Atletismo e atletismo traz
Atletismo e atletismo traz movimentos naturais tais como correr, saltar, lançar.
Na moderna definição, o Atletismo é um esporte com provas de pista (corridas), de campo (saltos e lançamentos),
provas combinadas, como decatlo e heptatlo (que reúnem provas de pista e de campo), o pedestrianismo (corridas de rua, como a maratona), corridas em campo (cross country), corridas em montanhas, e marcha atlética.
O Atletismo remonta a meados do século XIX. Basicamente, engloba as corridas de pista, de rua, de cross country e de montanha, a marcha, os saltos e os lançamentos.
Por sua característica de representar os movimentos naturais do homem, o Atletismo é chamado de “esporte-base”.
A criação da IAAF (sigla em inglês da Associação Internacional das Federações de Atletismo) deu credibilidade às competições. As regras do esporte foram escritas e os recordes, homologados.
No Brasil
Em 1931, brasileiros disputam pela primeira vez o Campeonato Sul Americano. Em 1932, Clovis Rapozo
(salto em distância) e Lúcio de Castro (salto com vara) chegaram às finais nos Jogos Olímpicos de Los Angeles.
Quatro anos depois, Sylvio de Magalhães Padilha foi o 5º nos 400 m com barreiras nos Jogos de Berlim.
Em 1952, nos Jogos de Helsinque, Adhemar Ferreira da Silva conquistou a medalha de ouro no salto triplo.
Era a primeira das 13 medalhas que o Atletismo daria ao Brasil, até os Jogos de Atenas, em 2004.
Adhemar foi o primeiro dos três triplistas brasileiros a estabelecer o recorde mundial na prova.
Os outros foram Nelson Prudêncio e João Carlos de Oliveira.
A CBAt - Confederação Brasileira de Atletismo é responsável pelo esporte no País.
Na moderna definição, o Atletismo é um esporte com provas de pista (corridas), de campo (saltos e lançamentos),
provas combinadas, como decatlo e heptatlo (que reúnem provas de pista e de campo), o pedestrianismo (corridas de rua, como a maratona), corridas em campo (cross country), corridas em montanhas, e marcha atlética.
O Atletismo remonta a meados do século XIX. Basicamente, engloba as corridas de pista, de rua, de cross country e de montanha, a marcha, os saltos e os lançamentos.
Por sua característica de representar os movimentos naturais do homem, o Atletismo é chamado de “esporte-base”.
A criação da IAAF (sigla em inglês da Associação Internacional das Federações de Atletismo) deu credibilidade às competições. As regras do esporte foram escritas e os recordes, homologados.
No Brasil
Em 1931, brasileiros disputam pela primeira vez o Campeonato Sul Americano. Em 1932, Clovis Rapozo
(salto em distância) e Lúcio de Castro (salto com vara) chegaram às finais nos Jogos Olímpicos de Los Angeles.
Quatro anos depois, Sylvio de Magalhães Padilha foi o 5º nos 400 m com barreiras nos Jogos de Berlim.
Em 1952, nos Jogos de Helsinque, Adhemar Ferreira da Silva conquistou a medalha de ouro no salto triplo.
Era a primeira das 13 medalhas que o Atletismo daria ao Brasil, até os Jogos de Atenas, em 2004.
Adhemar foi o primeiro dos três triplistas brasileiros a estabelecer o recorde mundial na prova.
Os outros foram Nelson Prudêncio e João Carlos de Oliveira.
A CBAt - Confederação Brasileira de Atletismo é responsável pelo esporte no País.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Futebol de Salão traz
Futebol de Salão traz Futsal existe algumas divergências quanto ao advento são duas versões sobre surgimento.
Há uma versão que o futebol de salão começou a ser jogado por volta de 1940 por frequentadores da
Associação Cristã de Moços, em São Paulo (SP), pois havia uma grande dificuldade em encontrar campos de futebol livres para poderem jogar e então começaram a jogar suas ''peladas'' nas quadras de basquete e hóquei.
No início, jogavam-se com cinco, seis ou sete jogadores em cada equipe, mas logo definiram o número de cinco jogadores
para cada equipe.
As bolas usadas eram de serragem, crina vegetal, ou de cortiça granulada, mas apresentavam o problema de saltarem muito e frequentemente saiam da quadra de jogo, então tiveram seu tamanho diminuído e seu peso aumentado, por este fato o futebol de salão foi chamado de “Esporte da bola pesada”.
Há também a versão, tida como a mais provável, de que o futebol de salão foi inventado em 1934 na Associação Cristã de Moços de Montevidéu, Uruguai, pelo professor Juan Carlos Ceriani, que chamou este novo esporte de “Indoor-foot-ball”.
Primeiras entidades oficiais
Habib Maphuz é um dos nomes que mais se destaca nos primórdios do futebol de salão.
Maphuz era professor da ACM de São Paulo e no início dos anos cinquenta participou da elaboração das normas
para a prática de várias modalidades esportivas, sendo uma delas o futebol jogado em quadras,
tudo isto no âmbito interno da ACM paulista, este mesmo salonista fundou a primeira liga de futebol de salão,
a Liga de Futebol de Salão da Associação Cristã de Moços. Mais tarde o professor se tornou o primeiro
presidente da Federação Paulista de Futebol de Salão.
Em 28 de Julho de 1954 foi fundada a Federação Metropolitana de Futebol de Salão, atual Federação de Futebol
de Salão do Estado do Rio de Janeiro, a primeira federação estadual do Brasil, sendo Ammy de Moraes
seu primeiro presidente. Neste mesmo ano foi fundada a Federação Mineira de Futebol de Salão. Em 1955 foi fundada
a Federação Paulista de Futebol de Salão.
O que se viu a partir de então foi o desencadeamento da origem de federações estaduais por todo o Brasil. Em 1956 as Federações cearense, paranaense, gaúcha e baiana. Em 1957 a catarinense e a norte-rio-grandense, em 1959 a sergipana. Na década de 60 foram fundadas as Federações de Pernambuco, do Distrito Federal, da Paraíba, enquanto na década de 70 tiveram origem as federações acreana, a do Mato Grosso do Sul, a goiana, a piauiense, a mato-grossense, e a maranhense. Nos anos 80 foram fundadas as federações amazonense, a de Rondônia, a do Pará, a Alagoana, a do Espírito Santo e a Amapaense. E, finalmente, na década de 90 vieram as mais novas: Roraimense e a Tocantinense.
As primeiras regras publicadas foram editadas em 1956. As normas foram feitas por Luiz Gonzaga de Oliveira
Fernandes, em São Paulo. Juan Carlos Ceriani e Habib Maphuz professores da ACM são considerados os pais do
futebol de salão. Este esporte, relativamente novo, é sem nenhuma contestação a segunda modalidade esportiva
mais popular no Brasil, somente atrás do futebol, e atualmente o esporte em maior crescimento em todo mundo.
O futebol de salão brasileiro tinha no seu inicio, em meados dos anos cinqüenta, várias regras.
Foi então que em 5 de fevereiro de 1957 o então presidente da Confederação Brasileira de Desportos,
CBD, Sylvio Pacheco criou o Conselho Técnico de Assessores de Futebol de Salão para conciliar divergências
e dirigir os destinos do futebol de salão no Brasil.
Neste mesmo ano de 1957, em Minas Gerais, houve uma tentativa de fundar-se a Confederação Brasileira de Futebol
de Salão, a ata foi encaminhada ao Conselho Nacional de Desportos, mas o CND não acatou tal ata que foi registrada
dia 30 de setembro de 1957 com o nº 2.551. Esta situação como conselho subordinado a CBD perdurou até 1979.
Em 15 de junho de 1979 foi realizada a Assembleia Geral que fundou a Confederação Brasileira de Futebol
de Salão, tendo sido eleito, para o período 1980/1983, como presidente, Aécio de Borba Vasconcelos.
Galeria de campeões do Mundo
Ano Campeão Local Entidade
1982 Brasil Brasil Fifusa
1985 Brasil Espanha Fifusa
1988 Paraguai Austrália Fifusa
1989 Brasil Holanda Fifa
1992 Brasil China Fifa
1996 Brasil Espanha Fifa
2000 Espanha Guatemala Fifa
2004 Espanha China Fifa
2008 Brasil Brasil Fifa
ASSISTA AO VÍDEO
Há uma versão que o futebol de salão começou a ser jogado por volta de 1940 por frequentadores da
Associação Cristã de Moços, em São Paulo (SP), pois havia uma grande dificuldade em encontrar campos de futebol livres para poderem jogar e então começaram a jogar suas ''peladas'' nas quadras de basquete e hóquei.
No início, jogavam-se com cinco, seis ou sete jogadores em cada equipe, mas logo definiram o número de cinco jogadores
para cada equipe.
As bolas usadas eram de serragem, crina vegetal, ou de cortiça granulada, mas apresentavam o problema de saltarem muito e frequentemente saiam da quadra de jogo, então tiveram seu tamanho diminuído e seu peso aumentado, por este fato o futebol de salão foi chamado de “Esporte da bola pesada”.
Há também a versão, tida como a mais provável, de que o futebol de salão foi inventado em 1934 na Associação Cristã de Moços de Montevidéu, Uruguai, pelo professor Juan Carlos Ceriani, que chamou este novo esporte de “Indoor-foot-ball”.
Primeiras entidades oficiais
Habib Maphuz é um dos nomes que mais se destaca nos primórdios do futebol de salão.
Maphuz era professor da ACM de São Paulo e no início dos anos cinquenta participou da elaboração das normas
para a prática de várias modalidades esportivas, sendo uma delas o futebol jogado em quadras,
tudo isto no âmbito interno da ACM paulista, este mesmo salonista fundou a primeira liga de futebol de salão,
a Liga de Futebol de Salão da Associação Cristã de Moços. Mais tarde o professor se tornou o primeiro
presidente da Federação Paulista de Futebol de Salão.
Em 28 de Julho de 1954 foi fundada a Federação Metropolitana de Futebol de Salão, atual Federação de Futebol
de Salão do Estado do Rio de Janeiro, a primeira federação estadual do Brasil, sendo Ammy de Moraes
seu primeiro presidente. Neste mesmo ano foi fundada a Federação Mineira de Futebol de Salão. Em 1955 foi fundada
a Federação Paulista de Futebol de Salão.
O que se viu a partir de então foi o desencadeamento da origem de federações estaduais por todo o Brasil. Em 1956 as Federações cearense, paranaense, gaúcha e baiana. Em 1957 a catarinense e a norte-rio-grandense, em 1959 a sergipana. Na década de 60 foram fundadas as Federações de Pernambuco, do Distrito Federal, da Paraíba, enquanto na década de 70 tiveram origem as federações acreana, a do Mato Grosso do Sul, a goiana, a piauiense, a mato-grossense, e a maranhense. Nos anos 80 foram fundadas as federações amazonense, a de Rondônia, a do Pará, a Alagoana, a do Espírito Santo e a Amapaense. E, finalmente, na década de 90 vieram as mais novas: Roraimense e a Tocantinense.
As primeiras regras publicadas foram editadas em 1956. As normas foram feitas por Luiz Gonzaga de Oliveira
Fernandes, em São Paulo. Juan Carlos Ceriani e Habib Maphuz professores da ACM são considerados os pais do
futebol de salão. Este esporte, relativamente novo, é sem nenhuma contestação a segunda modalidade esportiva
mais popular no Brasil, somente atrás do futebol, e atualmente o esporte em maior crescimento em todo mundo.
O futebol de salão brasileiro tinha no seu inicio, em meados dos anos cinqüenta, várias regras.
Foi então que em 5 de fevereiro de 1957 o então presidente da Confederação Brasileira de Desportos,
CBD, Sylvio Pacheco criou o Conselho Técnico de Assessores de Futebol de Salão para conciliar divergências
e dirigir os destinos do futebol de salão no Brasil.
Neste mesmo ano de 1957, em Minas Gerais, houve uma tentativa de fundar-se a Confederação Brasileira de Futebol
de Salão, a ata foi encaminhada ao Conselho Nacional de Desportos, mas o CND não acatou tal ata que foi registrada
dia 30 de setembro de 1957 com o nº 2.551. Esta situação como conselho subordinado a CBD perdurou até 1979.
Em 15 de junho de 1979 foi realizada a Assembleia Geral que fundou a Confederação Brasileira de Futebol
de Salão, tendo sido eleito, para o período 1980/1983, como presidente, Aécio de Borba Vasconcelos.
Galeria de campeões do Mundo
Ano Campeão Local Entidade
1982 Brasil Brasil Fifusa
1985 Brasil Espanha Fifusa
1988 Paraguai Austrália Fifusa
1989 Brasil Holanda Fifa
1992 Brasil China Fifa
1996 Brasil Espanha Fifa
2000 Espanha Guatemala Fifa
2004 Espanha China Fifa
2008 Brasil Brasil Fifa
ASSISTA AO VÍDEO
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Futsac regras traz
Futsac regras traz o futebol de saco perfeito para iniciantes um esporte de origem brasileira.
Como jogar Futsac
Em círculos formados de 3 a 5 pessoas, o praticante aprimora suas técnicas e adquire noções básicas de controle e domínio do futsac.
As regras são feitas pelo próprio grupo - sempre com o enfoque na camaradagem e no espírito de equipe.
Pode limitar-se o número de toques por jogador, criar uma sequência para aprimoramento das técnicas e ganho de velocidade e ainda executar as principais manobras antes de enviar o futsac para outra pessoa do grupo.
Existem apenas três regras básicas que devem ser mantidas:
Você não pode usar as mãos.
Você não pode dizer "desculpe".
O futsac deve ser jogado em grupo.
3 pessoas: com a formação de um triângulo, um jogador toca o futsac para o outro, podendo ou não manter uma ordem
na direção do futsac.
4 pessoas: formando um quadrado, os jogadores tocam o futsac na diagonal ou diretamente para um dos companheiros
ao seu lado.
5 pessoas: com a formação de um pentágono, os jogadores podem jogar o futsac para o segundo companheiro ao
seu lado e assim, sucessivamente, quando o futsac passar por todos os atletas formará o desenho de uma estrela imaginaria. Esta modalidade desenvolve uma capacidade técnica no jogador, que será capaz de, mesmo antes de tocar no futsac, já saber para quem irá tocá-lo, antecipando o movimento antes mesmo de realizá-lo. Coordenação motora e pensamento antecipado: essa técnica é muito eficaz no futebol, uma vez que, com essas habilidades, desenvolvidas com a prática do futsac, o jogador saberá para quem deve tocar a bola em campo, surpreendendo o adversário e quebrando o esquema tático de marcação.
O mais importante, você já tem: seus amigos. Junte-os e ponha o futsac em movimento, chute-o para cima e dê inicio a grande diversão.
Não seja "fominha", deixe que todos toquem no futsac, mesmo que pareça algo sem objetivo e continue. Tente fazer manobras e toques inesperados que vão deixar seus amigos impressionados.
Mesmo que ela caia no chão, não desanime: o desafio é vencer a lei da gravidade e não deixar o futsac cair no chão.
O futsac é constituído por uma pequena bola (ou saco) feita artesanalmente de crochê, recheada com plástico granulado, com cerca de 50 gramas de peso e praticado em uma quadra de 10 metros de comprimento x 5 metros de largura, com uma rede divisória de 1,5 metro de altura
http://www.educacaofisica.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=64
No Futsac, as regras permitem ao jogador ter um maior domínio, barbarizando com jogadas cabulosas e improvisações.
É possível praticar o Futsac na modalidade Duplas e Individual.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Mountain board o que é
Mountainboard o que é o esporte onde os atletas descem montanhas com um skate adaptado a situações de adversidades.
Criado na Califórnia, o mountainboard no Brasil está ganhando cada vez mais espaço entre os amantes não só de skate.
Uma das versões para o surgimento do mountainboard seria de uma idéia entre alguns amigos que queriam se divertir nas montanhas sem neve e fora da época do inverno.
O esporte foi criado em São Francisco, na California, em 1993, por Patrick McConnell e Jason Lee, na época com 28 e 24 anos, respectivamente, que queriam um esporte tão radical quanto o snowboarding, mas que não precisasse ser praticado na neve e somente no inverno.
Usando a teoria do snowboarding, mas aplicada a terrenos com terra, desenvolveram a primeira mountainboard e fundaram a primeira fábrica. A novidade se espalhou; skatistas, surfistas e snowboarders começaram a experimentar e a praticar e hoje é sucesso total, mais uma alternativa de lazer e diversão.
Existe outra versão de que para satisfazer a cabeça em dias de mar sem ondas, surfistas havaianos inventaram o mountainboard, um off-road que mistura sensações de surf, snowboard e skate.
Hoje em dia, as pranchas usam tecnologia de ponta, com materiais de fibra de carbono, materiais mais resistentes e leves, até desenvolveram um sistema de freios que facilita o aprendizado e a prática do esporte.
Aqui no Brasil esse esporte ainda é pouco conhecido O Brasil talvez seja o lugar mais indicado para a prática desse esporte, pois temos muitas montanhas, muitas trilhas e muitas ladeiras. O mountainboard pode ser praticado em qualquer tipo de terreno e para isso basta estar devidamente equipado.
Dicas para uma prática segura
Por ser um esporte radical, o mountainboard exige equipamentos básicos de segurança para manter a integridade física do praticante. Não ignore estas dicas, pois os tombos são inevitáveis e o objetivo dos equipamentos de segurança é diminuir os danos destas "vacas". Os equipamentos são: calça ou bermuda com proteção lateral (Pads), luvas, capacete, joelheira, cotoveleira e, de preferência, tênis reforçado ou de cano longo.
Além do uso destes equipamentos, o praticante deve seguir as seguintes recomendações:
1 - Analise detalhadamente o terreno antes de dropar, verifique se existem pedras, buracos e não pratique perto de cerca de arame farpado;
2 - Não utilize vias com tráfego de veículos;
3 - As presilhas (binding) são partes importantes do equipamento. Serão elas que manterão seus pés firmes na prancha;
4 - Como é praticado em meio à natureza, o praticante deve ter consciência ecológica e saber onde praticar sem danificar o meio à sua volta;
5 - Em condições favoráveis, o praticante com seu equipamento podem chegar a velocidades de até 70 km/h no asfalto.
Portanto, o equipamento de segurança é fundamental.
Outra dica importante é o praticante saber o seu limite técnico nas manobras e percursos.
Gabriel Miranda - Redação Saúde Plena
http://www.educacaofisica.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=243
Criado na Califórnia, o mountainboard no Brasil está ganhando cada vez mais espaço entre os amantes não só de skate.
Uma das versões para o surgimento do mountainboard seria de uma idéia entre alguns amigos que queriam se divertir nas montanhas sem neve e fora da época do inverno.
O esporte foi criado em São Francisco, na California, em 1993, por Patrick McConnell e Jason Lee, na época com 28 e 24 anos, respectivamente, que queriam um esporte tão radical quanto o snowboarding, mas que não precisasse ser praticado na neve e somente no inverno.
Usando a teoria do snowboarding, mas aplicada a terrenos com terra, desenvolveram a primeira mountainboard e fundaram a primeira fábrica. A novidade se espalhou; skatistas, surfistas e snowboarders começaram a experimentar e a praticar e hoje é sucesso total, mais uma alternativa de lazer e diversão.
Existe outra versão de que para satisfazer a cabeça em dias de mar sem ondas, surfistas havaianos inventaram o mountainboard, um off-road que mistura sensações de surf, snowboard e skate.
Hoje em dia, as pranchas usam tecnologia de ponta, com materiais de fibra de carbono, materiais mais resistentes e leves, até desenvolveram um sistema de freios que facilita o aprendizado e a prática do esporte.
Aqui no Brasil esse esporte ainda é pouco conhecido O Brasil talvez seja o lugar mais indicado para a prática desse esporte, pois temos muitas montanhas, muitas trilhas e muitas ladeiras. O mountainboard pode ser praticado em qualquer tipo de terreno e para isso basta estar devidamente equipado.
Dicas para uma prática segura
Por ser um esporte radical, o mountainboard exige equipamentos básicos de segurança para manter a integridade física do praticante. Não ignore estas dicas, pois os tombos são inevitáveis e o objetivo dos equipamentos de segurança é diminuir os danos destas "vacas". Os equipamentos são: calça ou bermuda com proteção lateral (Pads), luvas, capacete, joelheira, cotoveleira e, de preferência, tênis reforçado ou de cano longo.
Além do uso destes equipamentos, o praticante deve seguir as seguintes recomendações:
1 - Analise detalhadamente o terreno antes de dropar, verifique se existem pedras, buracos e não pratique perto de cerca de arame farpado;
2 - Não utilize vias com tráfego de veículos;
3 - As presilhas (binding) são partes importantes do equipamento. Serão elas que manterão seus pés firmes na prancha;
4 - Como é praticado em meio à natureza, o praticante deve ter consciência ecológica e saber onde praticar sem danificar o meio à sua volta;
5 - Em condições favoráveis, o praticante com seu equipamento podem chegar a velocidades de até 70 km/h no asfalto.
Portanto, o equipamento de segurança é fundamental.
Outra dica importante é o praticante saber o seu limite técnico nas manobras e percursos.
Gabriel Miranda - Redação Saúde Plena
http://www.educacaofisica.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=243
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Skate RJ
Skate RJ traz pistas para você curtir na Copa, então selecionamos algumas onde você vai aproveitar com sensações de aventura aos praticantes deste esporte.
Praça Nossa Senhora da ApresentaçãoPraça
Pç. Ns. da Apresentação, Rio de Janeiro, RJ
Frequentada principalmente, por estudantes e praticantes de skate."
Largo Estácio de SáPraça
Lgo. Estácio de Sá, Rio de Janeiro, RJ
Proximo estação de metrô do Estácio e pistas de skate."
Cidade das CriançasParquinho
Rod. Rio-Santos, Km 1, Rio de Janeiro, RJ
"A Cidade das Crianças conta com um parque para a prática do skate."
Mini Rampa Do Noel RosaPista de Skate
Túnel Noel Rosa, Vila Isabel, Rio de Janeiro, RJ
Bowl de SkatePista de Skate
Av. Borges de Medeiros, 633, Rio de Janeiro, RJ
Tem luz,estacionamento do lado da pista.
Bowl Piscina
Rio Sul Shopping Center, Rio de Janeiro, RJ
Skate gratuito.
Pista Skate Recreio
Estr. Pontal de Sernambetiba - Recreio dos Bandeir, Rio de Janeiro, RJ
próximo ao posto 12.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Isabela Sousa e o Body
Isabela Sousa e o Body Boarders é uma daquelas historias de sucesso com esporte radical no Brasil, veja sua trajetória.
Segundo o site da própria atleta, isabelasousa.com,diga-se de passagem muito bem referenciado na integra.
A cearense Isabela Sousa sempre gostou de esportes, quando criança praticou vários esportes, como karatê, natação e futebol. Mas quando ela tinha uns 11 anos ganhou sua primeira prancha da cunhada.
A partir daí, começou a dar as primeiras caídas.“Foi como uma paixão a primeira vista. Graças a Deus tenho uma família que sempre me apóia nas minhas decisões e não foi diferente quando eu decidi me tronar uma bodyboarder profissional” comenta Isabela.
Hoje Isabela é uma das principais Bodyboarders do mundo na atualidade, com reconhecimento internacional e desde 2006 quando se profissionalizou, vem sendo TOP no circuito mundial. No ano de 2010 essa cearense arretada conquistou o sonhado título mundial.
PERFIL DA ATLETA
Nome Completo: Isabela de Sousa Silva.
Nome de Competição: Isabela Sousa.
Data de Nascimento: 15-12-1989.
Naturalidade: Brasileira, estado do Ceará.
Anos de Bodyboard: 9 (Outubro de 2001).
Competição ou free-surf? Competição.
PRINCIPAIS TÍTULOS
2012 – Bicampeã Mundial
2012 – Tetracampeã Latino-Americana
2011 - Vice-campeã Mundial
2011 – Campeã do Isa World Bodyboard Games
2011 – Bicampeã Brasileira Profissional.
2011 – Tricampeã Latino-Americana.
2010 – Campeã Mundial.
2010 – Campeã Brasileira Profissional.
2010 – Vice-Campeã Latino-Americana.
2009 – Campeã Pan-Americana.
2009 – Vice-Campeã Brasileira Profissional.
2009 – Top 04 do Circuito Mundial.
2008 – Bicampeã Latino-Americana.
2008 – Vice-Campeã Brasileira Profissional.
2008 – Top 03 do Circuito Mundial.
2007 – Vice-Campeã Latino-Americana.
2007 – Vice-Campeã Brasileira Profissional.
2007 – Top 16 do Circuito Mundial.
2006 – Campeã Latino-Americana. Com apenas 15 anos.
2006 – Vice-Campeã Brasileira Profissional.
2006 – Top 10 do Circuito Mundial.
2005 – Campeã Brasileira Amador. de cinco etapas venceu quatro. Com apenas 15 anos.
Parabéns a nossa Isabela Sousa, é do Brasil...
Segundo o site da própria atleta, isabelasousa.com,diga-se de passagem muito bem referenciado na integra.
A cearense Isabela Sousa sempre gostou de esportes, quando criança praticou vários esportes, como karatê, natação e futebol. Mas quando ela tinha uns 11 anos ganhou sua primeira prancha da cunhada.
A partir daí, começou a dar as primeiras caídas.“Foi como uma paixão a primeira vista. Graças a Deus tenho uma família que sempre me apóia nas minhas decisões e não foi diferente quando eu decidi me tronar uma bodyboarder profissional” comenta Isabela.
Hoje Isabela é uma das principais Bodyboarders do mundo na atualidade, com reconhecimento internacional e desde 2006 quando se profissionalizou, vem sendo TOP no circuito mundial. No ano de 2010 essa cearense arretada conquistou o sonhado título mundial.
PERFIL DA ATLETA
Nome Completo: Isabela de Sousa Silva.
Nome de Competição: Isabela Sousa.
Data de Nascimento: 15-12-1989.
Naturalidade: Brasileira, estado do Ceará.
Anos de Bodyboard: 9 (Outubro de 2001).
Competição ou free-surf? Competição.
PRINCIPAIS TÍTULOS
2012 – Bicampeã Mundial
2012 – Tetracampeã Latino-Americana
2011 - Vice-campeã Mundial
2011 – Campeã do Isa World Bodyboard Games
2011 – Bicampeã Brasileira Profissional.
2011 – Tricampeã Latino-Americana.
2010 – Campeã Mundial.
2010 – Campeã Brasileira Profissional.
2010 – Vice-Campeã Latino-Americana.
2009 – Campeã Pan-Americana.
2009 – Vice-Campeã Brasileira Profissional.
2009 – Top 04 do Circuito Mundial.
2008 – Bicampeã Latino-Americana.
2008 – Vice-Campeã Brasileira Profissional.
2008 – Top 03 do Circuito Mundial.
2007 – Vice-Campeã Latino-Americana.
2007 – Vice-Campeã Brasileira Profissional.
2007 – Top 16 do Circuito Mundial.
2006 – Campeã Latino-Americana. Com apenas 15 anos.
2006 – Vice-Campeã Brasileira Profissional.
2006 – Top 10 do Circuito Mundial.
2005 – Campeã Brasileira Amador. de cinco etapas venceu quatro. Com apenas 15 anos.
Parabéns a nossa Isabela Sousa, é do Brasil...
terça-feira, 21 de maio de 2013
Medo do Mar agora
Medo do Mar agora ficou mais fácil para os que têm medo e tem muita vontade de superar e quem sabe pegar uma onda e surfar de verdade.
É o que SurfBello pretende fazendo treinamento com pessoas que tem medo do mar
Foi com esse proposito que o engenheiro de pesca e diretor da escola de surf, superbello o famoso Jorge Bello lá do Ceará.
Realiza cursos com esse proposito e aulas de bodyboard, surf, kitesurf (parceria com a Kite Lounge Club CMB) e surf trip.
A escola é composta, em ambiente familiar esposa, Naike Polainas, seus filhos e irmão chamado André Bello.
O curso trata das dificuldades apresentadas pelo aluno, seja medo de água ou mesmo tubarões etc...
São estudados temas como biologia marinha, marés, ondas, vento, como são feitas as pranchas e o surgimento do surf.
Radical mesmo é o pré-requisito para o curso é o aluno saber nadar e apresentar-se fisicamente apto.
Contato: contato@surfbello.com.br
SurfBello Facebook
Conte sua história de sucesso com esporte, faça-o nos comentários.
É o que SurfBello pretende fazendo treinamento com pessoas que tem medo do mar
Foi com esse proposito que o engenheiro de pesca e diretor da escola de surf, superbello o famoso Jorge Bello lá do Ceará.
Realiza cursos com esse proposito e aulas de bodyboard, surf, kitesurf (parceria com a Kite Lounge Club CMB) e surf trip.
A escola é composta, em ambiente familiar esposa, Naike Polainas, seus filhos e irmão chamado André Bello.
O curso trata das dificuldades apresentadas pelo aluno, seja medo de água ou mesmo tubarões etc...
São estudados temas como biologia marinha, marés, ondas, vento, como são feitas as pranchas e o surgimento do surf.
Radical mesmo é o pré-requisito para o curso é o aluno saber nadar e apresentar-se fisicamente apto.
Contato: contato@surfbello.com.br
SurfBello Facebook
Conte sua história de sucesso com esporte, faça-o nos comentários.
domingo, 16 de dezembro de 2012
Automobilismo a verdade
Automobilismo a verdade é uma só, quem entra não quer sair,porque adrenalina aqui é a cada segundo.
Federação automobilismo.
Federação de automobilismo.
Automobilismo formula 1.
Automobilismo f1.
Automobilismo brasil,
Sport automobilismo,
Automobilismo brasileiro.
Emoção em dobro perigo a vista, entretanto hoje existe muita segurança nos automóveis preparado para esse fim.
A Fórmula 1 é uma das mais conhecidas modalidades automobilísticas.
Muito conhecido como corridas de automóveis ou desporto motorizado é um desporto relacionado com competição com automóveis.
Sendo considerado desportos mais populares do mundo e talvez aquele em que a comercialização seja mais intensa.
As corridas de automóveis iniciaram-se quase imediatamente depois da construção dos primeiros carros movidos a gasolina
bem sucedidos influenciados pelas já populares corridas de carroça.
Em 1895 realizou-se a primeira corrida entre Paris e Bordéus.
Tinha um trajeto de 1178 quilômetros e 46 competidores, mas apenas 22 deles iniciaram a prova.
O primeiro a chegar foi Émile Levassor, mas foi desclassificado porque o seu carro não atendia as exigências da competição.
O desporto automotor é regulado mundialmente pela FIA -Fédération Internationale de l'Automobile - Federação Internacional
do Automóvel, que promove e homologa os carros, as pistas e as condições das corridas.
O evento máximo organizado pela FIA é a Fórmula 1. Cada nação que organiza este tipo de esporte tende a organizar também uma instituição filiada à FIA que homologa e regula o automobilismo em seu território.
No Brasil a CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo.
O Código de Automobilismo também regula as sinalizações usadas durante as competições. Quando algo que ocorre na pista
necessita da atenção de todos os pilotos, são exibidas bandeiras coloridas próximas ao acontecimento ou na linha de
chegada/largada ou especificamente para algum piloto. Os pilotos também podem ser avisados pelo rádio, pelos chamados
spotters, mas como estes avisos normalmente são críticos e o rádio pode apresentar problemas durante a competição,
usa-se o método das bandeiras que é mais prático e seguro.
As bandeiras são mais comumente usadas para avisar os pilotos sobre a entrada ou a saída do safety car na pista. As bandeiras usadas atualmente são:
Bandeira Descrição
F1 yellow flag.svg Bandeira amarela
Perigo logo a frente. Reduza a velocidade!
F1 light blue flag.svg Bandeira azul
Dê passagem (o retardatário) a um carro mais veloz que quer ultrapassar! Actualmente, o piloto deverá permitir a
passagem até três curvas após lhe ser mostrada a bandeira ou arrisca penalizações.
F1 green flag.svg Bandeira verde
Pista livre. Geralmente mostrada após o Safety Car sair da pista ou após um trecho em bandeira amarela.
F1 red flag.svg Bandeira vermelha
Corrida paralisada.
F1 yellow flag with red stripes.svg Bandeira listrada em amarelo e vermelho
Cuidado! Óleo na pista ou pista escorregadia.
F1 white flag.svg Bandeira branca
Carro lento em pista. Pode ser um monolugar, uma ambulância ou qualquer outro carro de serviço na pista. Nas categorias norte-americanas essa bandeira indica a volta final.
F1 chequered flag.svg Bandeira xadrez (ou quadriculada)
Fim da prova.
F1 black and white diagonal flag.svg Bandeira metade preta, metade branca na diagonal
O piloto tomou alguma atitude antidesportiva, a qual deve ser corrigida o mais rápido possível para não haver
desclassificação.
F1 black flag.svg Bandeira preta
Desclassificação do piloto ao qual foi indicada.
F1 black flag with orange circle.svg Bandeira preta com um círculo laranja
Algum problema técnico. O piloto deverá voltar as boxes.
Autódromos e pistas
Visão aérea do Indianapolis Motor Speedway.
Existem várias categorias de competição no desporto automomotivo.
Corridas de monoposto
Um carro moderno de Fórmula 1.
Carro da IndyCar Series.
As corridas de monoposto são talvez o aspecto mais bem conhecido do automobilismo, com carros desenhados
especificamente para corridas de alta velocidade. As rodas não são cobertas, e os carros têm asas aerodinâmicas
à frente e atrás para produzir uma força para baixo e aumentar a adesão à pista.
As mais bem conhecidas corridas de monoposto são as de Fórmula 1, que se desenvolvem num campeonato do mundo anual
em que participam alguns dos principais fabricantes de automóveis e de motores do mundo, numa batalha que é tanto
tecnológica como de desempenho na pista. Na América do Norte, os carros Champ Cars e os da Fórmula Indy assemelham-se
aos de F1 mas são sujeitos a muito mais restrições.
Existem outras categorias de monoposto, incluindo as corridas de karts que empregam pequenas máquinas de baixo custo em pequenas pistas. Muitos dos melhores pilotos da atualidade iniciaram as suas carreiras nos karts.
Ralis
Carro de rali.
Corridas de caminhões
Em seu conceito original, as corridas de formula sul caminhões hoje e uma categoria nova de corrida diferente o estilo
e com melhor formato para empresa participar com os investimento bom de marketing.
Wikipédia
Corrida de karts.
Categoria mais elementar do automobilismo pelo facto dos veículos (karts) serem preparados a baixo custo
específicamente para corridas. Por ser pequeno, chama a atenção de crianças e por isso pode ser considerado a porta de
entrada dos pilotos profissionais no desporto sendo a categoria de base do automobilismo. O karting é também famoso por
atrair amantes do automobilismo. As corridas acontecem em kartódromos, pistas específicas para a prática do karting.
Federação automobilismo.
Federação de automobilismo.
Automobilismo formula 1.
Automobilismo f1.
Automobilismo brasil,
Sport automobilismo,
Automobilismo brasileiro.
Emoção em dobro perigo a vista, entretanto hoje existe muita segurança nos automóveis preparado para esse fim.
A Fórmula 1 é uma das mais conhecidas modalidades automobilísticas.
Muito conhecido como corridas de automóveis ou desporto motorizado é um desporto relacionado com competição com automóveis.
Sendo considerado desportos mais populares do mundo e talvez aquele em que a comercialização seja mais intensa.
As corridas de automóveis iniciaram-se quase imediatamente depois da construção dos primeiros carros movidos a gasolina
bem sucedidos influenciados pelas já populares corridas de carroça.
Em 1895 realizou-se a primeira corrida entre Paris e Bordéus.
Tinha um trajeto de 1178 quilômetros e 46 competidores, mas apenas 22 deles iniciaram a prova.
O primeiro a chegar foi Émile Levassor, mas foi desclassificado porque o seu carro não atendia as exigências da competição.
O desporto automotor é regulado mundialmente pela FIA -Fédération Internationale de l'Automobile - Federação Internacional
do Automóvel, que promove e homologa os carros, as pistas e as condições das corridas.
O evento máximo organizado pela FIA é a Fórmula 1. Cada nação que organiza este tipo de esporte tende a organizar também uma instituição filiada à FIA que homologa e regula o automobilismo em seu território.
No Brasil a CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo.
O Código de Automobilismo também regula as sinalizações usadas durante as competições. Quando algo que ocorre na pista
necessita da atenção de todos os pilotos, são exibidas bandeiras coloridas próximas ao acontecimento ou na linha de
chegada/largada ou especificamente para algum piloto. Os pilotos também podem ser avisados pelo rádio, pelos chamados
spotters, mas como estes avisos normalmente são críticos e o rádio pode apresentar problemas durante a competição,
usa-se o método das bandeiras que é mais prático e seguro.
As bandeiras são mais comumente usadas para avisar os pilotos sobre a entrada ou a saída do safety car na pista. As bandeiras usadas atualmente são:
Bandeira Descrição
F1 yellow flag.svg Bandeira amarela
Perigo logo a frente. Reduza a velocidade!
F1 light blue flag.svg Bandeira azul
Dê passagem (o retardatário) a um carro mais veloz que quer ultrapassar! Actualmente, o piloto deverá permitir a
passagem até três curvas após lhe ser mostrada a bandeira ou arrisca penalizações.
F1 green flag.svg Bandeira verde
Pista livre. Geralmente mostrada após o Safety Car sair da pista ou após um trecho em bandeira amarela.
F1 red flag.svg Bandeira vermelha
Corrida paralisada.
F1 yellow flag with red stripes.svg Bandeira listrada em amarelo e vermelho
Cuidado! Óleo na pista ou pista escorregadia.
F1 white flag.svg Bandeira branca
Carro lento em pista. Pode ser um monolugar, uma ambulância ou qualquer outro carro de serviço na pista. Nas categorias norte-americanas essa bandeira indica a volta final.
F1 chequered flag.svg Bandeira xadrez (ou quadriculada)
Fim da prova.
F1 black and white diagonal flag.svg Bandeira metade preta, metade branca na diagonal
O piloto tomou alguma atitude antidesportiva, a qual deve ser corrigida o mais rápido possível para não haver
desclassificação.
F1 black flag.svg Bandeira preta
Desclassificação do piloto ao qual foi indicada.
F1 black flag with orange circle.svg Bandeira preta com um círculo laranja
Algum problema técnico. O piloto deverá voltar as boxes.
Autódromos e pistas
Visão aérea do Indianapolis Motor Speedway.
Existem várias categorias de competição no desporto automomotivo.
Corridas de monoposto
Um carro moderno de Fórmula 1.
Carro da IndyCar Series.
As corridas de monoposto são talvez o aspecto mais bem conhecido do automobilismo, com carros desenhados
especificamente para corridas de alta velocidade. As rodas não são cobertas, e os carros têm asas aerodinâmicas
à frente e atrás para produzir uma força para baixo e aumentar a adesão à pista.
As mais bem conhecidas corridas de monoposto são as de Fórmula 1, que se desenvolvem num campeonato do mundo anual
em que participam alguns dos principais fabricantes de automóveis e de motores do mundo, numa batalha que é tanto
tecnológica como de desempenho na pista. Na América do Norte, os carros Champ Cars e os da Fórmula Indy assemelham-se
aos de F1 mas são sujeitos a muito mais restrições.
Existem outras categorias de monoposto, incluindo as corridas de karts que empregam pequenas máquinas de baixo custo em pequenas pistas. Muitos dos melhores pilotos da atualidade iniciaram as suas carreiras nos karts.
Ralis
Carro de rali.
Corridas de caminhões
Em seu conceito original, as corridas de formula sul caminhões hoje e uma categoria nova de corrida diferente o estilo
e com melhor formato para empresa participar com os investimento bom de marketing.
Wikipédia
Corrida de karts.
Categoria mais elementar do automobilismo pelo facto dos veículos (karts) serem preparados a baixo custo
específicamente para corridas. Por ser pequeno, chama a atenção de crianças e por isso pode ser considerado a porta de
entrada dos pilotos profissionais no desporto sendo a categoria de base do automobilismo. O karting é também famoso por
atrair amantes do automobilismo. As corridas acontecem em kartódromos, pistas específicas para a prática do karting.
sábado, 28 de julho de 2012
Voo livre traz
Voo livre traz a tona as duas principais modalidades de adrenalina maxima, são elas parapente e a Asa-Delta.
Esporte bem radical, com voo não motorizado. Se beneficia pelas termicas e ventos numa camada atmosferica, para voos locais ou mesmo para atingir grandes distâncias. É possivel alterar a sua velocidade bem como a trajetoria do percurso e o que é mais legal escolher onde quer pousar.
Voo livre Asa-Delta.
Voo livre Parapente.
O voo é silencioso e mais próximo do voo das aves que plainam durante o movimento de ascensão ou deslocamento helicoidal.
Esporte bem radical, com voo não motorizado. Se beneficia pelas termicas e ventos numa camada atmosferica, para voos locais ou mesmo para atingir grandes distâncias. É possivel alterar a sua velocidade bem como a trajetoria do percurso e o que é mais legal escolher onde quer pousar.
Voo livre Asa-Delta.
Voo livre Parapente.
O voo é silencioso e mais próximo do voo das aves que plainam durante o movimento de ascensão ou deslocamento helicoidal.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Canoagem
Canoagem traz a emoção para o esporte náutico com diversos estilos sendo praticado com caiaque ou mesmo canoa.
Nas Olimpíadas desponta desde o ano de 1936.
Existe Caiaques com cascos com esta formatação tem grande estabilidade e suportam muito peso, são apropriados para principiantes.
Os que preferem descidas de rios com águas agitadas, os caiaques devem ter baixo volume casco de perfil arredondado e linha de quilha arqueada, que proporciona extrema maneabilidade.
Esta combinação de formato de casco com uma linha de quilha moderada proporciona aos caiaques estabilidade, velocidade e agilidade típica de embarcações destinadas a percorrer longos percursos nos mares e grandes rios. São caiaque fáceis de manobrar embora tenham grande comprimento.
Com um formato próximo ao piramidal invertido, esta configuração de casco aliada a uma linha de quilha recta é destinada a barcos para competições de velocidade. Requer do remador extrema habilidade pois a instabilidade do mesmo é muito grande, e qualquer descuido leva a uma capotada.
Para corridas em águas agitadas esta configuração é a mais adequada, em virtude da facilidade de se retornar a posição normal com facilidade mesmo estando o barco totalmente inclinado para a lateral.
Existem várias modalidades das quais se destacam o Freestyle, Canoagem Oceânica, Caiaque-Pólo, Maratonas, Canoagem Velocidade,Canoagem Slalom e por fim a canoagem de rapidos. As duas últimas modalidades olímpicas. Ainda assim está para o remo como os matraquilhos estão para o futebol.
A Canoagem Velocidade é a disciplina mais conhecida da canoagem. Esta modalidade da Canoagem desenrola-se normalmente em canais construídos artificialmente, com 2.000 metros de comprimento e 3 metros de profundidade, sendo todo o percurso de nove pistas balizado. As competições disputam-se em embarcações muito elegantes e rápidas, mas muito instáveis, denominadas de: Caiaque (K1, K2 e K4) e Canoa (C1 C2 e C4). Nas canoas apenas competem os homens. A partir de 2007 a Federação Internacional de Canoagem reconheceu a prática da mulher na Canoa. O continente americano é pioneiro nessa modalidade.
Agora a Canoagem Oceânica é uma disciplina da canoagem que consiste em realizar um determinado percurso no mar. São utilizadas embarcações específicas, devido às variadas condições que se pode encontrar ao decorrer da prova.
O Caiaque-Pólo é uma disciplina de canoagem que se disputa numa área de jogo de 35 por 23 metros, delimitada em piscinas, rios ou lagos, e cujo objectivo consiste na marcação do maior número de golos na baliza adversária, que tem com um por 1,5 metros e está suspensa a dois metros da superfície da água.
Os encontros têm duas partes de 10 minutos e são disputados por duas equipas de cinco elementos (três suplentes com substituições ilimitadas), podendo a bola ser jogada com a mão ou a pagaia.
Canoagem maratona
A Canoagem Maratona disputa-se com as mesmas embarcações da Canoagem Velocidade, apenas diferindo no facto de serem mais leves. As competições realizam-se em distâncias superiores a 15 km. Durante a competição, os atletas são obrigados a realizar um ou mais percursos em terra correndo com a embarcação na mão, percurso durante o qual aproveitam para se alimentar e hidratar.
Turismo e aventura é uma especificidade da canoagem que não se enquadra nos padrões de desporto de competição. O objectivo principal desta variação é a aproximação do homem com a natureza favorecendo a compreensão da sua grandiosidade e consequentemente o respeito a mesma, transformando-os em agentes multiplicadores dessa acção. Ao mesmo tempo, na sua prática, não despreza os benefícios gerados pela actividade desportiva, pois nesta modalidade os envolvidos na grande maioria das vezes empregam seus esforços em "passeios" de longa distância que trazem enormes benefícios ao sistema cardio-pulmonar, requerendo dos praticantes que mantenham-se com um bom nível de aptidão física. Isso implica na manutenção de hábitos saudáveis de vida tanto no campo alimentar como em outras actividades físicas complementares que manterão seus níveis de força e capacidade cardio-pulmonar.
Os locais onde essa modalidade pode ser desenvolvida são os mais diversos: rios, represas, lagos, mares e oceanos (para os mais destemidos e experientes).
Deve-se escolher a embarcação mais adequada para a situação a ser enfrentada. Os caiaques do tipo oceânico são os mais propícios para remadas que envolvam longas distância, são rápidos e possuem compartimento de carga que permitem levar provisões. A canoa canadense, para águas abrigadas (rios, represas, lagos), são uma opção interessante, não são tão rápidas quanto os caiaques, mas possuem uma capacidade imensamente superior para o transporte de carga. Numa expedição que envolva vários dias, uma ou mais canoas canadenses são bem vindas, nelas poderão ser transportados equipamentos maiores além de acomodarem com conforto duas pessoas.
Se quer ficar na onda da canoagem saiba que a modalidade que vem ganhando muitos adeptos nos últimos anos. No Brasil, se divide em duas classes: Kayak Surf e Waveski. No Kayak Surf, o atleta surfa dentro de um caiaque especialmente produzido para isso. O Waveski é praticado sobre uma prancha desenvolvida para ter melhor flutuação e estabilidade na onda. O praticante usa um remo com duas pás e fica preso à prancha por um cinto, mantendo os pés encaixados numa pedaleira junto ao bico.
Nas Olimpíadas desponta desde o ano de 1936.
Existe Caiaques com cascos com esta formatação tem grande estabilidade e suportam muito peso, são apropriados para principiantes.
Os que preferem descidas de rios com águas agitadas, os caiaques devem ter baixo volume casco de perfil arredondado e linha de quilha arqueada, que proporciona extrema maneabilidade.
Esta combinação de formato de casco com uma linha de quilha moderada proporciona aos caiaques estabilidade, velocidade e agilidade típica de embarcações destinadas a percorrer longos percursos nos mares e grandes rios. São caiaque fáceis de manobrar embora tenham grande comprimento.
Com um formato próximo ao piramidal invertido, esta configuração de casco aliada a uma linha de quilha recta é destinada a barcos para competições de velocidade. Requer do remador extrema habilidade pois a instabilidade do mesmo é muito grande, e qualquer descuido leva a uma capotada.
Para corridas em águas agitadas esta configuração é a mais adequada, em virtude da facilidade de se retornar a posição normal com facilidade mesmo estando o barco totalmente inclinado para a lateral.
Existem várias modalidades das quais se destacam o Freestyle, Canoagem Oceânica, Caiaque-Pólo, Maratonas, Canoagem Velocidade,Canoagem Slalom e por fim a canoagem de rapidos. As duas últimas modalidades olímpicas. Ainda assim está para o remo como os matraquilhos estão para o futebol.
A Canoagem Velocidade é a disciplina mais conhecida da canoagem. Esta modalidade da Canoagem desenrola-se normalmente em canais construídos artificialmente, com 2.000 metros de comprimento e 3 metros de profundidade, sendo todo o percurso de nove pistas balizado. As competições disputam-se em embarcações muito elegantes e rápidas, mas muito instáveis, denominadas de: Caiaque (K1, K2 e K4) e Canoa (C1 C2 e C4). Nas canoas apenas competem os homens. A partir de 2007 a Federação Internacional de Canoagem reconheceu a prática da mulher na Canoa. O continente americano é pioneiro nessa modalidade.
Agora a Canoagem Oceânica é uma disciplina da canoagem que consiste em realizar um determinado percurso no mar. São utilizadas embarcações específicas, devido às variadas condições que se pode encontrar ao decorrer da prova.
O Caiaque-Pólo é uma disciplina de canoagem que se disputa numa área de jogo de 35 por 23 metros, delimitada em piscinas, rios ou lagos, e cujo objectivo consiste na marcação do maior número de golos na baliza adversária, que tem com um por 1,5 metros e está suspensa a dois metros da superfície da água.
Os encontros têm duas partes de 10 minutos e são disputados por duas equipas de cinco elementos (três suplentes com substituições ilimitadas), podendo a bola ser jogada com a mão ou a pagaia.
Canoagem maratona
A Canoagem Maratona disputa-se com as mesmas embarcações da Canoagem Velocidade, apenas diferindo no facto de serem mais leves. As competições realizam-se em distâncias superiores a 15 km. Durante a competição, os atletas são obrigados a realizar um ou mais percursos em terra correndo com a embarcação na mão, percurso durante o qual aproveitam para se alimentar e hidratar.
Turismo e aventura é uma especificidade da canoagem que não se enquadra nos padrões de desporto de competição. O objectivo principal desta variação é a aproximação do homem com a natureza favorecendo a compreensão da sua grandiosidade e consequentemente o respeito a mesma, transformando-os em agentes multiplicadores dessa acção. Ao mesmo tempo, na sua prática, não despreza os benefícios gerados pela actividade desportiva, pois nesta modalidade os envolvidos na grande maioria das vezes empregam seus esforços em "passeios" de longa distância que trazem enormes benefícios ao sistema cardio-pulmonar, requerendo dos praticantes que mantenham-se com um bom nível de aptidão física. Isso implica na manutenção de hábitos saudáveis de vida tanto no campo alimentar como em outras actividades físicas complementares que manterão seus níveis de força e capacidade cardio-pulmonar.
Os locais onde essa modalidade pode ser desenvolvida são os mais diversos: rios, represas, lagos, mares e oceanos (para os mais destemidos e experientes).
Deve-se escolher a embarcação mais adequada para a situação a ser enfrentada. Os caiaques do tipo oceânico são os mais propícios para remadas que envolvam longas distância, são rápidos e possuem compartimento de carga que permitem levar provisões. A canoa canadense, para águas abrigadas (rios, represas, lagos), são uma opção interessante, não são tão rápidas quanto os caiaques, mas possuem uma capacidade imensamente superior para o transporte de carga. Numa expedição que envolva vários dias, uma ou mais canoas canadenses são bem vindas, nelas poderão ser transportados equipamentos maiores além de acomodarem com conforto duas pessoas.
Se quer ficar na onda da canoagem saiba que a modalidade que vem ganhando muitos adeptos nos últimos anos. No Brasil, se divide em duas classes: Kayak Surf e Waveski. No Kayak Surf, o atleta surfa dentro de um caiaque especialmente produzido para isso. O Waveski é praticado sobre uma prancha desenvolvida para ter melhor flutuação e estabilidade na onda. O praticante usa um remo com duas pás e fica preso à prancha por um cinto, mantendo os pés encaixados numa pedaleira junto ao bico.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Volei de praia
Volei de praia traz as areias sempre atrações que marcam muito pela beleza e naturalidade porque é praticado por ambos os sexos.
Muito conhecido por Voleibol de praia é um desporto praticado na areia da praia, numa quadra dividida em duas metades por uma rede. Cada uma das equipes tenta fazer a bola passar sobre a rede, de forma a cair dentro do campo dos adversários.
Nos diversos campeonatos realizados por todo o mundo, há modalidades para equipes de dois a quatro atletas. Nos Jogos Olímpicos apenas se disputa a modalidade com equipes de dois atletas,nas versões masculina e feminina.
•
O voleibol de praia evoluiu a partir dos jogos de voleibol disputados socialmente na praia de Santa Mónica na Califórnia, EUA, na década de 1920, tendo chegado à Europa na década seguinte.
Apesar disso, temos notícia da prática do Vôlei de Praia nas areias da antiga Praia do Caju no Rio de Janeiro nos anos de 1950 por membros da Polícia do Exército e remadores do São Cristóvão de Futebol e Regatas.
Na década de 1940, disputavam-se dois torneios amadores na praia de Santa Mônica onde mais tarde tentou, sem sucesso, começar um campeonato profissional. Ainda em Santa Mónica, durante a década de 1970 começaram a realizar-se alguns torneios profissionais, patrocinados por empresas de cerveja e cigarros.
Em 1996, nos Jogos Olímpicos de Atlanta, o voleibol de praia passou a integrar o programa Jogos Olímpicos. Na categoria feminina, a primeira medalha de ouro na modalidade foi conquistada por uma dupla brasileira, Jacqueline Silva e Sandra Pires, tendo como vice-campeãs as também brasileiras Mônica Rodrigues e Adriana Samuel. A dupla de portugueses Miguel Maia e João Brenha conseguiu duas quartas posições consecutivas, nos jogos de 1996 e de 2000.
O tamanho da quadra já foi 18 por 9 m, mas atualmente é de 16 por 8 m. Sendo disputado por dois jogadores de cada lado, tem algumas regras diferentes do voleibol tradicional. A bola do voleibol tem o mesmo peso, de 260 a 280 gramas, porém a pressão interna é menor.
Ganha o set a equipe que primeiro atingir 21 pontos (pela regra da FIVB, pela CBV são 18 pontos), desde que exista uma diferença mínima de dois pontos sobre a equipe adversária.
A invasão por baixo da rede é permitida, desde que não atrapalhe a jogada do rival.
Então cuidado,não existe substituição de jogadores. É concedido ao jogador machucado cinco minutos de recuperação. Caso ele não se recupere, sua dupla é considerada incompleta.
Um contato no bloqueio é considerado como um toque da dupla. A equipe que bloqueou terá o direito a apenas dois outros toques na bola.
Cada dupla terá direito a um tempo de trinta segundos em cada set. No voleibol são dois tempos.
A defesa "carregada" (quando o jogador retém momentaneamente a bola entre os dedos) é permitida no voleibol de praia somente na defesa de uma bola violenta. A bola pode bater em qualquer ponto do corpo do jogador.
O contato simultâneo entre dois jogadores por cima da rede, provocando a chamada "bola presa", não é considerado falta.
O companheiro do sacador não poderá impedir a visão do adversário, escondendo a jogada ou a trajetória da bola através de barreira. Se solicitado pelo adversário, ele devera se mover no sentido lateral.
Atenção: O saque pode ser dado de qualquer ponto do fundo da quadra. A área de saque tem oito metros de largura após a linha de fundo.
No levantamento existe uma grande diferença em relação ao vôlei de quadra. A bola levantada no vôlei de praia não pode dar um giro em torno de seu eixo, caso haja rotação é caracterizado os dois toques.
Se você tiver uma foto de vôlei de praia envie para eliotu@estrelar13.com que será publicada nessa seção.
Muito conhecido por Voleibol de praia é um desporto praticado na areia da praia, numa quadra dividida em duas metades por uma rede. Cada uma das equipes tenta fazer a bola passar sobre a rede, de forma a cair dentro do campo dos adversários.
Nos diversos campeonatos realizados por todo o mundo, há modalidades para equipes de dois a quatro atletas. Nos Jogos Olímpicos apenas se disputa a modalidade com equipes de dois atletas,nas versões masculina e feminina.
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O voleibol de praia evoluiu a partir dos jogos de voleibol disputados socialmente na praia de Santa Mónica na Califórnia, EUA, na década de 1920, tendo chegado à Europa na década seguinte.
Apesar disso, temos notícia da prática do Vôlei de Praia nas areias da antiga Praia do Caju no Rio de Janeiro nos anos de 1950 por membros da Polícia do Exército e remadores do São Cristóvão de Futebol e Regatas.
Na década de 1940, disputavam-se dois torneios amadores na praia de Santa Mônica onde mais tarde tentou, sem sucesso, começar um campeonato profissional. Ainda em Santa Mónica, durante a década de 1970 começaram a realizar-se alguns torneios profissionais, patrocinados por empresas de cerveja e cigarros.
Em 1996, nos Jogos Olímpicos de Atlanta, o voleibol de praia passou a integrar o programa Jogos Olímpicos. Na categoria feminina, a primeira medalha de ouro na modalidade foi conquistada por uma dupla brasileira, Jacqueline Silva e Sandra Pires, tendo como vice-campeãs as também brasileiras Mônica Rodrigues e Adriana Samuel. A dupla de portugueses Miguel Maia e João Brenha conseguiu duas quartas posições consecutivas, nos jogos de 1996 e de 2000.
O tamanho da quadra já foi 18 por 9 m, mas atualmente é de 16 por 8 m. Sendo disputado por dois jogadores de cada lado, tem algumas regras diferentes do voleibol tradicional. A bola do voleibol tem o mesmo peso, de 260 a 280 gramas, porém a pressão interna é menor.
Ganha o set a equipe que primeiro atingir 21 pontos (pela regra da FIVB, pela CBV são 18 pontos), desde que exista uma diferença mínima de dois pontos sobre a equipe adversária.
A invasão por baixo da rede é permitida, desde que não atrapalhe a jogada do rival.
Então cuidado,não existe substituição de jogadores. É concedido ao jogador machucado cinco minutos de recuperação. Caso ele não se recupere, sua dupla é considerada incompleta.
Um contato no bloqueio é considerado como um toque da dupla. A equipe que bloqueou terá o direito a apenas dois outros toques na bola.
Cada dupla terá direito a um tempo de trinta segundos em cada set. No voleibol são dois tempos.
A defesa "carregada" (quando o jogador retém momentaneamente a bola entre os dedos) é permitida no voleibol de praia somente na defesa de uma bola violenta. A bola pode bater em qualquer ponto do corpo do jogador.
O contato simultâneo entre dois jogadores por cima da rede, provocando a chamada "bola presa", não é considerado falta.
O companheiro do sacador não poderá impedir a visão do adversário, escondendo a jogada ou a trajetória da bola através de barreira. Se solicitado pelo adversário, ele devera se mover no sentido lateral.
Atenção: O saque pode ser dado de qualquer ponto do fundo da quadra. A área de saque tem oito metros de largura após a linha de fundo.
No levantamento existe uma grande diferença em relação ao vôlei de quadra. A bola levantada no vôlei de praia não pode dar um giro em torno de seu eixo, caso haja rotação é caracterizado os dois toques.
Se você tiver uma foto de vôlei de praia envie para eliotu@estrelar13.com que será publicada nessa seção.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Pelota basca não
Pelota basca não é tão radical assim porém bastante inusitado disputado em duplas.
Com um tipo de luvas os jogadores fazem com que a bola (“pelota”) escorregue e, aí, eles devem jogá-la contra a parede. Essa modalidade foi válida apenas em 1900,nas olimpiadas em Paris. Duas duplas participaram de um único jogo. A Espanha ganhou enquanto a França saiu com a medalha de prata.
Surgiu na Idade Média na região do País Basco, no norte da Espanha, sendo também praticado em Navarra e no País Basco francês.
A pelota basca foi um esporte olímpico de demonstração (não vale medalha) nos Jogos Olímpicos de 1968 e 1992.
Em 1941 o jogo foi proibido no Brasil por aceitarem apostas nas equipes.
Pelota a mano: A pelota é jogada com as mãos.
Pelota a pala: Pá de madeira com três centímetros de espessura por doze centímetros de largura.
E aí vai encarar.
Com um tipo de luvas os jogadores fazem com que a bola (“pelota”) escorregue e, aí, eles devem jogá-la contra a parede. Essa modalidade foi válida apenas em 1900,nas olimpiadas em Paris. Duas duplas participaram de um único jogo. A Espanha ganhou enquanto a França saiu com a medalha de prata.
Surgiu na Idade Média na região do País Basco, no norte da Espanha, sendo também praticado em Navarra e no País Basco francês.
A pelota basca foi um esporte olímpico de demonstração (não vale medalha) nos Jogos Olímpicos de 1968 e 1992.
Em 1941 o jogo foi proibido no Brasil por aceitarem apostas nas equipes.
Pelota a mano: A pelota é jogada com as mãos.
Pelota a pala: Pá de madeira com três centímetros de espessura por doze centímetros de largura.
E aí vai encarar.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Enduro de Regularidade
Enduro de Regularidade é verdade que muitos desconhecem todas as modalidades que envolvem sua Bike.
Essa é uma prova disputada com uma planilha, que contém as referências a serem seguidas e a média horária estipulada pela organização. O objetivo desse tipo de competição não é ser o primeiro a chegar, mas sim ser o mais regular. Chegar no horário exato concede ao competidor ZERO pontos. Para cada segundo de atraso ele será penalizado com UM ponto e para cada segundo adiantado, TRÊS pontos. O vencedor será aquele que obtiver o menor número de pontos. Normalmente é disputado em duplas. A prova é disputada em estradas abertas e trilhas fechadas. Até parece aquele ditado que “Quem rir por ultimo rir melhor”, mais cuidado a prova é de regularidade, nem a mais nem a menos.
Essa é uma prova disputada com uma planilha, que contém as referências a serem seguidas e a média horária estipulada pela organização. O objetivo desse tipo de competição não é ser o primeiro a chegar, mas sim ser o mais regular. Chegar no horário exato concede ao competidor ZERO pontos. Para cada segundo de atraso ele será penalizado com UM ponto e para cada segundo adiantado, TRÊS pontos. O vencedor será aquele que obtiver o menor número de pontos. Normalmente é disputado em duplas. A prova é disputada em estradas abertas e trilhas fechadas. Até parece aquele ditado que “Quem rir por ultimo rir melhor”, mais cuidado a prova é de regularidade, nem a mais nem a menos.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Rapel na prática
Rapel na prática exige o uso de cordas e muitos equipamentos que você utiliza para descidas de encostas e vão livres em diversos tipos de situações.
Além de ser uma atividade Radical é na vertical que ele é normalmente utilizado. Foi criada utilizando-se as técnicas do alpinismo onde requer muita perícia dos praticantes desse esporte. O acompanhamento de um especialista na fase inicial é obrigatório, o iniciante deverá fazer curso especializados.
Geralmente é praticada essencialmente em grupo onde cada integrante se deve preocupar com o companheiro, questionando qualquer situação que possa gerar um incidente e até um acidente.
Quando os pés têm contacto com a parede, durante a descida, utilizam-se as técnicas de Rappel em Positivo. Do contrário, quando praticado em vãos livres, onde não há contato dos pés com a parede, a técnica é de Rappel em Negativo. Para cada técnica é possível realizar algumas manobras como saltos, giros e descidas de ponta-cabeça.
O corpo de Bombeiro utilizam a técnica de Rapel em muitas situações diariamente para salvamento em diversas situações que em condições normais não poderia realizar.
São utilizados diversos equipamentos diferentes para cada necessidade. É preciso estar atento a cada detalhe, revendo todos os pontos sempre. Redundância é um fator de segurança.
Existem equipamentos voltados para a amarração ou ancoragem da corda de descida, como os mosquetões, as fitas tubulares e as ancoragens back-ups.
Entre os equipamentos individuais básicos estão a arnês, mosquetão, luva, freio e capacete, não esqueça que todos equipamentos devem ter certificação de segurança reconhecido.
Esse conjunto adapta-se ao corpo com conforto na altura da cintura e, depois de conectado à corda e travado, permite ao praticante uma descida com velocidade controlada, sem esforço maior, utilizando o atrito entre o oito (um tipo de descensor) e a corda e controlando com uma das mãos a passagem da corda pelo sistema. Não requer força, apenas determinação, um pouco de coragem e técnica, sendo necessária uma formação antecipada de forma a evitar acidentes trágicos e fatais. Quem cai, por não saber utilizar correctamente os equipamentos, só cai uma vez!
As descidas devem ser monitoradas por um agente, no lançamento, e por outro agente, durante a descida cuidando da segurança lá embaixo. Ele segura a ponta da corda, esticando-a, caso necessário e provocando atrito no sistema conectado, colaborando com o praticante em caso de alguma dificuldade.
É uma atividade segura desde que praticada com muita atenção aos princípios de segurança.
Mosquetões de aço: usados na ancoragem da corda em que é feita a descida. Os de aço são os mais recomendados por terem uma resistência e durabilidade maior.
Mosquetão de alumínio: Servem para ligar o Freio à cadeirinha.
Fitas solteiras:São as mais aconselhadas para se fazer ancoragens, por resistirem bastante e serem mais confiáveis.
Cordas: Usadas para fazer a descida, devem ser do tipo que possuem "alma", ou seja, que tenham um núcleo trançado independente além da capa (parte externa). De preferência deve ser de material muito resistente, como o Nylon e o Polipropileno.
Luvas: Servem para proteger a mão do praticante contra queimaduras ao haver fricção com a corda. Serve também para dar mais atrito na hora de reduzir a velocidade da descida.
Capacete: Indispensável em qualquer atividade radical, protege de vários perigos, desde deslizamentos de pedras à queda acidental de um equipamento de um praticante que esteja acima de você.
Freio 8 (ou blocante): De aço ou alumínio. Usado para torcer a corda, aumentando o atrito e assim, reduzindo a velocidade da descida. É esta peça que lhe dá o controle da descida.
Baudriers são aquelas cadeirinhas Uma espécie de "cinta" que envolve as pernas e os quadris dando o aspecto de uma "cadeirinha" mesmo. Pode ser fabricada (costurada em modelos) ou pode ser feita de cabo solteiro (pedaço de corda do mesmo material usado na corda do rappel, em média de 5m, podendo variar de acordo com as exigências do praticante).
Fique sabendo que o Rapel é uma atividade segura, entretanto se não tomar os cuidados necessários poderá representar alto risco para o participante. O Rapel é altamente Radical com riscos reais, não o faça de brincadeira.
Além de ser uma atividade Radical é na vertical que ele é normalmente utilizado. Foi criada utilizando-se as técnicas do alpinismo onde requer muita perícia dos praticantes desse esporte. O acompanhamento de um especialista na fase inicial é obrigatório, o iniciante deverá fazer curso especializados.
Geralmente é praticada essencialmente em grupo onde cada integrante se deve preocupar com o companheiro, questionando qualquer situação que possa gerar um incidente e até um acidente.
Quando os pés têm contacto com a parede, durante a descida, utilizam-se as técnicas de Rappel em Positivo. Do contrário, quando praticado em vãos livres, onde não há contato dos pés com a parede, a técnica é de Rappel em Negativo. Para cada técnica é possível realizar algumas manobras como saltos, giros e descidas de ponta-cabeça.
O corpo de Bombeiro utilizam a técnica de Rapel em muitas situações diariamente para salvamento em diversas situações que em condições normais não poderia realizar.
São utilizados diversos equipamentos diferentes para cada necessidade. É preciso estar atento a cada detalhe, revendo todos os pontos sempre. Redundância é um fator de segurança.
Existem equipamentos voltados para a amarração ou ancoragem da corda de descida, como os mosquetões, as fitas tubulares e as ancoragens back-ups.
Entre os equipamentos individuais básicos estão a arnês, mosquetão, luva, freio e capacete, não esqueça que todos equipamentos devem ter certificação de segurança reconhecido.
Esse conjunto adapta-se ao corpo com conforto na altura da cintura e, depois de conectado à corda e travado, permite ao praticante uma descida com velocidade controlada, sem esforço maior, utilizando o atrito entre o oito (um tipo de descensor) e a corda e controlando com uma das mãos a passagem da corda pelo sistema. Não requer força, apenas determinação, um pouco de coragem e técnica, sendo necessária uma formação antecipada de forma a evitar acidentes trágicos e fatais. Quem cai, por não saber utilizar correctamente os equipamentos, só cai uma vez!
As descidas devem ser monitoradas por um agente, no lançamento, e por outro agente, durante a descida cuidando da segurança lá embaixo. Ele segura a ponta da corda, esticando-a, caso necessário e provocando atrito no sistema conectado, colaborando com o praticante em caso de alguma dificuldade.
É uma atividade segura desde que praticada com muita atenção aos princípios de segurança.
Mosquetões de aço: usados na ancoragem da corda em que é feita a descida. Os de aço são os mais recomendados por terem uma resistência e durabilidade maior.
Mosquetão de alumínio: Servem para ligar o Freio à cadeirinha.
Fitas solteiras:São as mais aconselhadas para se fazer ancoragens, por resistirem bastante e serem mais confiáveis.
Cordas: Usadas para fazer a descida, devem ser do tipo que possuem "alma", ou seja, que tenham um núcleo trançado independente além da capa (parte externa). De preferência deve ser de material muito resistente, como o Nylon e o Polipropileno.
Luvas: Servem para proteger a mão do praticante contra queimaduras ao haver fricção com a corda. Serve também para dar mais atrito na hora de reduzir a velocidade da descida.
Capacete: Indispensável em qualquer atividade radical, protege de vários perigos, desde deslizamentos de pedras à queda acidental de um equipamento de um praticante que esteja acima de você.
Freio 8 (ou blocante): De aço ou alumínio. Usado para torcer a corda, aumentando o atrito e assim, reduzindo a velocidade da descida. É esta peça que lhe dá o controle da descida.
Baudriers são aquelas cadeirinhas Uma espécie de "cinta" que envolve as pernas e os quadris dando o aspecto de uma "cadeirinha" mesmo. Pode ser fabricada (costurada em modelos) ou pode ser feita de cabo solteiro (pedaço de corda do mesmo material usado na corda do rappel, em média de 5m, podendo variar de acordo com as exigências do praticante).
Fique sabendo que o Rapel é uma atividade segura, entretanto se não tomar os cuidados necessários poderá representar alto risco para o participante. O Rapel é altamente Radical com riscos reais, não o faça de brincadeira.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Patinação no gelo agora
Patinação no gelo agora aqui no Brasil considerado esporte radical. Entretanto a denominação na Europa é patinagem no gelo.
Considerada também como atividade recreativa não deixando de ser também um esporte radical que deve haver trino com muita dedicação e freqüência.. Podendo ser praticado em locais congelados ou pista super preparadas para esse fim. Para melhor conservação muitos locais são cobertos. Muitos países tais como Suíça e Alemanha também realizam o esporte ao ar livre. Quem sabe um dia vou visitar minha irmã e vou patinar no gelo da Suíça.
Considerada também como atividade recreativa não deixando de ser também um esporte radical que deve haver trino com muita dedicação e freqüência.. Podendo ser praticado em locais congelados ou pista super preparadas para esse fim. Para melhor conservação muitos locais são cobertos. Muitos países tais como Suíça e Alemanha também realizam o esporte ao ar livre. Quem sabe um dia vou visitar minha irmã e vou patinar no gelo da Suíça.
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